Sessenta festas que terminaram em morte, sumiço ou tragédia. Uma pessoa lê a cena e guarda a solução. O resto pergunta, e só vale pergunta que se responde com sim, não ou não importa.
Cada história é o fim de uma festa, contado pela metade: um corpo, um sumiço, um desastre. Tudo o que está escrito é verdade. O que falta é o porquê. O grupo reconstrói o resto perguntando.
1. Uma pessoa vira o narrador, lê a história em voz alta e lê a solução só para si.
2. Os outros perguntam à vontade. O narrador só pode responder sim, não ou não importa.
3. Quando o grupo empacar, o narrador solta uma dica sugerida. São 4, da mais vaga para a mais entregue.
4. Acertou a ideia central? Vale. Não precisa acertar cada detalhe.
Leia, pense, abra as dicas sugeridas uma por uma e só então revele. Dá para marcar cada história como mataram ou entregaram. O caderno guarda no aparelho.
leve pega-se rápido, boa pra começar a rodada.
média exige umas boas perguntas.
cabeluda tem duas voltas. Guarde para o fim da noite.
Tudo acontece numa festa, num jantar, num churrasco ou numa reunião de família, e sempre acaba mal. Tem morte, acidente, doença, crime e azar. É ficção, mas várias mortes aqui são de causas reais e banais: a churrasqueira dentro de casa, o carro ligado na garagem, a laquê perto da vela. Se a mesa tiver criança ou gente sensível, escolha as histórias antes.